Pois bem. Indas e vindas da vida, aqui estou, egresso de Arraial da Nossa Senhora da Ajuda, distrito de Porto Seguro, terra da farra, das amizades, das praias tudo, da galera linda e de acidentes também (risos). Aí estão três fotos que achei bem legal colocar aqui, uma é com o pessoal do quarto da pousada, lá na praia do Parracho (Tainá, Ricardo, Eu, Chico, Fabiana e Nataly), outra é com os (já) grande amigos, Ric, Chiquinho, Fabio e Bruno, na famosa Axe Moi, em Porto Seguro e a última é o dia do reveillon mais uma apertada van, com direito a Fabiana com cara de bêbada. rs.
Não vou me delongar. Juro que cheguei lá com uma expectativa muito grande, pelo tanto que já ouvi falar. Mas com o tempo foi exatamente aquilo: só mulher gata (e homem também, diga-se), uma animação desde as vans, a vila de Arraial é uma graça, de tarde o pessoal dançando, sorrindo, na praia do Parracho, e de noite cada show 10 (Ivete, Eva, Asa), aliás, o Asa tocou 5h (CINCO HORAS) no Trivela, foi sensacional, e no reveillon tocou quase quatro horas e meia!!! Hehehe. Todos os dias no Parracho amanheciam com os shows, galera de pé na areia, e um clima sensacional. Foi ótimo. Destaque para o meu beliche que despencou no chão comigo dormindo (fortes gargalhadas)e para o fato de TODOS OS CAIXAS ELETRÔNICOS DA CIDADE NÃO FUNCIONAREM NO DIA 31!!! Hehehe Passei a virada com R$3,00 no bolso, com direito a alguns empréstimos de R$1,00 , R$2,00, e R$ 5,00 (tava todo mundo em situação parecida) e aqui agradeço humildemente às meninas com quem troquei beijos e que comigo dividiram algumas cervejas (é, realmente, o que seria o mundo sem as mulheres... rs).
Agora rumo ao RIO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Beijo a todos.
Arranjos e Arrachos
Uma música para enfeitar o dia
O Sol chamando pra fazer gandaia e trocar carícias
E balanços inusitados na rede, na areia, no concreto, na van
De tudo um pouco
E um melmizade a colorir o grande dezembro
Uma nota a empurrar esta sinestesia
Estamos todos, cariocas baianos, anestesiados pela poesia
Eita terra boa... há ainda grãos de areia incucados pelos meus pés
E sentir no rosto tanto amanhecer
Não há noite que perdure nesta alegria
Desfazer de malas
Distribuirei cartõezinhos para a próxima Entrada
Viver da vida cinza, trabalho do dia
Vou juntando cacos e ver se me acho numa curva do Parracho
E a cada foto, flash, solapo
Relembrar-me-ei, de soslaio
De tanta vida, de tantos amigos-irmãos-cumpadres
Chegará minha Hora
E poderei dizer ao mundo verdades ocultas sob um manto de areia...